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Família de menino desaparecido faz protesto, no Rio, e pede investigação; ‘ele está vivo’, diz mãe

A família do menino Edson Davi, de 6 anos, que está desaparecido há uma semana, fez uma manifestação na praia da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (10), e pediu investigações. 

A mãe de Davi disse não acreditar na hipótese de afogamento — a principal linha de investigação da polícia, já que não há provas ou testemunhos que confirmem a versão.

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Em entrevista à RECORD, Marise Araújo afirmou ter a certeza de que o filho está vivo.

A mãe fez um apelo para uma família, que seria de São Paulo e estava consumindo na barraca do pai de Davi, no dia do sumiço da criança, se apresente para dar depoimento à polícia.

Segundo ela, o grupo, que aparece no vídeo que registrou o momento em que Davi brincava na beira do mar, poderia ser a principal testemunha de que não houve afogamento.

A mãe contou que a família ainda estava no local quando o pai e outras pessoas começaram a procurar a criança na praia. 

“Eles são provas vivas de que o meu filho não se afogou. Eles estavam sentados à beira da água. Se o meu filho tivesse se afogado, eles teriam visto e pedido socorro ao salva-vidas”, disse Marise. 

“Vocês são as pessoas que podem ajudar. Não tem câmera, não tem corpo. Então, quero pedir ajuda para provar que o meu filho está vivo”, afirmou a mãe.  

Buscas pelo menino entraram no sétimo dia

As buscas pela criança já entraram no sétimo dia. Bombeiros sobrevoaram a orla da Barra da Tijuca com drones e utilizaram motos aquáticas durantes os trabalhos.

Edson Davi, de 6 anos, foi visto pela última vez na altura do posto 4, no último dia 4. Naquele dia, o menino havia ido à praia com o pai, que trabalha como barraqueiro, 

Uma testemunha ouvida pelos agentes relatou ter visto, por três vezes, a criança perto da água, quando o mar estava agitado. Inclusive, ele teria sido alertado pelo pai para se afastar.

Outra pessoa disse, em depoimento, que Davi tinha o costume de ir em direção à água para molhar o pé e se limpar. E, muitas vezes, ele ia sozinho.

A criança ainda teria pedido uma prancha a um comerciante para brincar na água, o que foi negado por causa das condições das ondas.

*Sob a supervisão de Bruna Oliveira

Fonte: R7 – Rio de Janeiro

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