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quarta-feira, abril 17, 2024

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Anac informa que não há aeronaves Boeing 737 Max-9 no Brasil

Depois de um incidente nos Estados Unidos em que parte de um avião explodiu e a porta da aeronave abriu no ar, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) esclarece que não há modelos Boeing 737 Max-9, envolvido no episódio, em operação no Brasil.

Em nota, a Anac acrescentou que nem mesmo a panamenha Copa Airlines utiliza esse tipo de aeronave no país. “Na frota da empresa consta o Boeing 737-900, que é um modelo distinto do 737 MAX 9”, explicou a Anac. No ano passado, a Copa Ailrines havia anunciado a operação dos voos entre o Panamá e o Rio de Janeiro com o Boeing 737 Max-9.

A explicação da Anac sobre o Boeing 737 Max-9

De acordo com a Anac, em virtude da ausência de jatos Boeing 737 Max-9 em operação no país, a suspensão de voos com essas aeronaves pela Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos não afetará as operações aéreas no Brasil.

A agência regulatória de aviação dos Estados Unidos determinou a suspensão de voos com os jatos Boeing 737 Max-9 para inspeção obrigatória, depois que parte de uma aeronave da Alaska Airlines explodiu no ar e forçou um pouso de emergência.

Leia também: “Jato executivo da Embraer torna-se o mais usado nos EUA”

A decisão afeta cerca de 171 aviões em todo o mundo, segundo a agência. No sábado 6, uma janela e parte da fuselagem de um avião da Alaska Airlines, com 174 passageiros, explodiu e a porta do avião abriu no ar, o que causou a descompressão em pleno voo e levou a um pouso de emergência logo após a decolagem em Portland (EUA). Não houve feridos.

De acordo com o serviço de monitoramento de aeronaves em tempo real Flightradar24, o avião atingiu uma altitude máxima de 16.325 pés antes de retornar para Portland.

A habilidade do piloto permitiu que a aeronave pousasse em segurança no Aeroporto Internacional de Portland com os passageiros e os seis tripulantes. Não houve feridos.

O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA informou que investigará o caso. A Boeing, fabricante do jato, disse, em comunicado de imprensa, que concorda e apoia a exigência de inspeção imediata das aeronaves.


Revista Oeste, com informações da Agência Estado

Fonte: R7 – Brasil

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