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domingo, março 3, 2024

Polícia Civil indicia homem que matou sargento por homicídio quadruplamente qualificado 


Sargento chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos Montagem/R7 A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou, por homicídio quadruplamente qualificado por motivo torpe, o homem apontado por matar o sargento Roger Dias da Cunha, de 29 anos, no último dia 5, no bairro Novo Aarão Reis, na região norte de Belo Horizonte. A informação foi revelada durante coletiva na manhã desta segunda-feira (15).  • Clique aqui e receba as notícias do R7 no seu Whatsapp • Compartilhe esta notícia pelo WhatsApp • Compartilhe esta notícia pelo Telegram • Assine a newsletter R7 em Ponto O inquérito, que investigava a morte do sargento, foi concluído em 10 dias pela Polícia Civil. Segundo a delegada Ariadne Coelho, o suspeito Welbert de Souza Fagundes levantou os braços como se fosse se entregar e segundos depois atirou no sargento. Além do homicídio, Welbert irá responder também por desobediência e posse ilegal de arma de fogo.  Já o comparsa Geovanni Faria de Carvalho foi indiciado por tentativa de homicídio contra os outros policiais que participaram da ocorrência e vai responder também por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. Relembre o caso O crime aconteceu no último dia 5 de janeiro. Welbert de Souza Fagundes, de 25 anos, e Geovanni Faria de Carvalho, de 33 anos, fugiam da polícia pelo bairro Aarão Reis. Até então, eles eram suspeitos de roubar um carro. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que o militar se aproxima do suspeito e da ordem de parada, mas é surpreendido pelo criminoso, que saca uma arma e atira à queima-roupa contra o policial. Veja também Minas Gerais Desembargador defende revisão das "saidinhas" com lei em homenagem a militar morto em BH Minas Gerais Sargento morto em BH vai receber promoção de patente póstuma Minas Gerais Sargento morto por criminoso foragido de ‘saidinha’ é enterrado em BH com honrarias oficiais O militar foi socorrido por colegas e levado para o Hospital João 23. O militar, que é pai de uma criança recém-nascida, estava na Polícia Militar há cerca de 10 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu.  Os dois homens tiveram a prisão em flagrante convertida para preventiva.  Saidinha O suspeito, 25 anos, de atirar à queima-roupa contra o sargento da Polícia Militar Roger Dias da Cunha, 29, gozava de uma saída temporária do Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde estava desde agosto. A saída temporária, popularmente conhecida como “saidinha”, é um benefício previsto na Lei de Execuções Penais – 7.210/1984 – para presos em regime semi-aberto. Fonte: R7 – Minas Gerais

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