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sábado, março 2, 2024

Indústria brasileira avança 0,5% em novembro, com alta em 9 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE

A indústria brasileira cresceu 0,5% em novembro do ano passado, na série com ajuste sazonal, com taxas positivas em nove dos 15 lugares pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado do levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (12). Em outubro, o setor havia registrado leve alta, de 0,1%.

Os maiores avanços aconteceram nos estados do Paraná (5,4%), Espírito Santo (4,3%) e Rio de Janeiro (3,7%). Em seguida aparecem Goiás (3,3%), Bahia (2,7%), Minas Gerais (2,5%), Ceará (2,0%), São Paulo (1,9%) e Pará (1,7%).

A pesquisa aponta que as maiores quedas ocorrem em Pernambuco (-9,7%) e Amazonas (-4,2%). No Rio Grande do Sul, a retração foi de -2,9%. Os outros locais com taxas negativa foram Mato Grosso (-1,5%), Região Nordeste (-1,2%) e Santa Catarina (-0,7%).

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Segundo o IBGE, a média móvel trimestral da indústria foi de 0,2% no período encerrado em novembro. Houve crescimento do setor em oito dos 15 locais pesquisados. As principais taxas positivas foram vistas no Pará (4,7%), Paraná (2,9%), Goiás (2,7%), Bahia (2,4%), Ceará (2,3%) e Rio de Janeiro (1,9%).

Na comparação com novembro de 2022, doze dos 18 locais pesquisado tiveram resultados positivos. Paraná (21,2%), Espírito Santo (18,5%), Goiás (16,6%), Pará (12,8%), Rio de Janeiro (10,5%) e Mato Grosso (10,0%) apresentaram altas de dois dígitos. 

O IBGE informou que o Paraná apresentou o quarto mês seguido de crescimento na produção. Durante o período, o estado do Sul acumulou ganho de 14,5%. O Espírito Santo recuperou parte da perda de 7,1% entre setembro e outubro. O Rio de Janeiro voltou a crescer após recuar 1,3% no mês anterior.

No trimestre

O índice de média móvel trimestral, entre setembro e novembro, apresentou leve alta, 0,2%, na comparação com o mês anterior ao período. Foi a segunda taxa positiva consecutiva, após variação nula (0,0%) desde julho.

A pesquisa mostra que houve taxas positivas em oito dos 15 locais pesquisados. Os maiores crescimentos foram vistos no Pará (4,7%), Paraná (2,9%), Goiás (2,7%), Bahia (2,4%), Ceará (2,3%) e Rio de Janeiro (1,9%). Amazonas (-5,3%), Pernambuco (-4,9%), Mato Grosso (-2,9%) e Rio Grande do Sul (-2,4%) apresentaram as maiores quedas.

Comparação com o ano anterior

A indústria brasileira cresceu 1,3% em novembro de 2023, em relação ao mesmo período de 2022. Houve resultados positivos em doze dos 18 locais pesquisados pelo IBGE. Nesse parâmetro, o Paraná também teve melhor desempenho, com alta de 21,2%. Em seguida aparecem Espírito Santo (18,5%), Goiás (16,6%), Pará (12,8%), Rio de Janeiro (10,5%) e Mato Grosso (10,0%).

O levantamento mostra que o desempenho no Paraná foi impulsionado pelos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, gás liquefeito de petróleo, gasolina automotiva, asfalto de petróleo, óleos combustíveis e querosenes de aviação). No Espírito Santos, as indústrias extrativas (minérios de ferro pelotizados ou sinterizados e óleos brutos de petróleo) e celulose, papel e produtos de papel (celulose) puxaram a taxa para cima.

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Em relação à média nacional (1,3%), os estados da Bahia (8,4%), Maranhão (5,0%), Santa Catarina (2,2%) e Mato Grosso do Sul (2,2%) estiveram acima. Ceará (0,9%) e Minas Gerais (0,2%) foram as outras localidades com taxa positiva em novembro de 2023.

O estado do Amazonas foi o que teve maior queda, sendo a única localidade pesquisada com retração de dois dígitos (-10,3%). A pesquisa indica que os números são resultado do desempenho da atividade de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (televisores, telefones celulares, aparelhos para recepção, conversão e transmissão de imagens ou dados, placas de circuito impresso montadas, receptor-decodificador de sinais de vídeo codificados e rádios para veículos automotores). Em seguida, as localidades de maior recuo foram Rio Grande do Sul (-4,4%), Rio Grande do Norte (-2,8%), Pernambuco (-1,8%), São Paulo (-0,3%) e Região Nordeste (-0,1%).

Na comparação do segundo quadrimestre do ano com o trimestre entre setembro e novembro de 2023 contra os mesmos períodos do ano anterior, “onze dos 18 locais pesquisados mostraram ganho de dinamismo, acompanhando, assim, o movimento observado no total nacional, que passou de 0,3% para 1,0%”, aponta o estudo.

Em termos regionais, os ganhos mais acentuados foram registrados no Paraná (de -0,5% para 18,9%), Ceará (de -10,2% para -2,8%), Goiás (de 4,7% para 12,0%), Mato Grosso do Sul (de -3,3% para 4,0%), Pará (de 4,2% para 10,4%), Bahia (de -4,2% para 1,9%), Maranhão (de -8,0% para -3,5%) e Santa Catarina (de -1,9% para 2,3%). As maiores retrações ocorreram no Rio Grande do Norte (de 29,8% para 6,7%), Amazonas (de 1,3% para -6,6%), Pernambuco (de 5,5% para 1,6%), Minas Gerais (de 2,8% para -0,1%) e Mato Grosso (de 10,3% para 8,1%).

Acumulado do ano

No acumulado do ano, a indústria brasileira cresceu 0,1%, em comparação ao mesmo período de 2022. Foram registradas taxas positivas em dez dos 18 locais pesquisados. Nesse parâmetro, os destaques foram Rio Grande do Norte (12,2%) e Espírito Santo (9,4%). Mato Grosso (5,4%), Goiás (4,9%), Pará (4,5%), Rio de Janeiro (4,4%), Paraná (4,2%), Minas Gerais (3,2%), Amazonas (2,4%) e Pernambuco (0,9%) também tiveram avanço na produção.

Ceará (-5,8%), Rio Grande do Sul (-4,4%) e Região Nordeste (-4,0%) tiveram a queda mais acentuada do período em comparação. Também houve retração acentuada no Maranhão (-3,4%), Bahia (-2,4%), Santa Catarina (-1,7%), São Paulo (-1,4%) e Mato Grosso do Sul (-0,2%), diz o IBGE.

A variação foi nula no acumulado dos últimos 12 meses (0,0%) em novembro, assim como havia sido em outubro, setembro, julho e maio. Em agosto e junho, houve leve alta, de 0,1%. Em oito dos 15 locais pesquisados foram verificadas taxas positivas em novembro de 2023, com 11 tendo crescimento em relação a outubro.

O Paraná mais uma vez foi destaque nessa comparação (de 1,0% para 3,5%). Em seguida aparecem Pará (de 0,6% para 3,1%), Espírito Santo (de 4,4% para 6,8%), Pernambuco (de -2,8% para -1,2%), Bahia (de -4,4% para -3,0%), Mato Grosso (de 3,5% para 4,9%), Região Nordeste (de -5,9% para -4,8%), Ceará (de -7,0% para -6,0%) e Santa Catarina (de -2,6% para -1,6%). O maior recuo foi no Amazonas (de 2,4% para 1,5%).

Fonte: R7 – Brasília

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