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quinta-feira, maio 30, 2024

Buscas por menino de 6 anos desaparecido na Barra da Tijuca continuam

As buscas por Édson Davi da Silva Almeida, menino de 6 anos que desapareceu na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, continuam. 

O garoto desapareceu na última quinta-feira, 4, enquanto brincava na areia com outras crianças, por volta das 16h. Na ocasião, o menino de 6 anos acompanhava o pai, que trabalha como barraqueiro. 

O pai do menino, Édson dos Santos Almeida, disse que o filho fez um lanche às 15h30 e depois ficou brincando com outras duas crianças do lado de fora da barraca.

Família de Édson Davi não acredita que ele foi para o mar

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Polícia Civil indica contatos para quem tiver informações sobre o menino que desapareceu na Barra da Tijuca | Foto: Divulgação/Polícia Civil

Segundo a família, as crianças estavam acompanhadas de um homem. Almeida também disse que sentiu falta do filho enquanto fechava a conta de alguns clientes.

O último vídeo feito pelo pai de Édson Davi mostra o menino dentro da barraca onde o pai trabalha. Ele aparece sorrindo e vestia uma blusa térmica preta. Almeida também disse que o filho era uma criança obediente.

“Ele é um menino obediente”, disse Almeida. “Qualquer coisa que eu falava, ele obedecia e não ia [com outras pessoas]. Atrás da barraca tem uma lona que não dava para ver ele. Ele estava brincando e dali sumiu. Fui sentir falta umas 16h30.”

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Almeida também disse que o filho nunca tinha se afastado da barraca. Em depoimento à polícia, ele disse que Édson Davi chegou a lhe pedir para ir ao calçadão. Ele não o autorizou, e o menino ficou brincando ao lado das duas crianças, que aparentavam ter 7 anos.

Ao portal Terra, a Polícia Civil disse que as imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas e que os agentes tentam localizar a criança. O Corpo de Bombeiros também foi acionado para fazer buscas no mar.

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Édson Davi Silva Almeida estava de blusa térmica preta quando desapareceu | Foto: Arquivo pessoal

Os pais não acreditam que Édson Davi tenha ido para a água, pois ele tinha medo do mar. “Ele foi sem os chinelinhos, que estão lá na minha barraca”, disse a mãe, Marize Araújo. “Ele é um menino doce, e todos o conhecem, é agarrado a mim. Acredito que nessa hora ele esteja chamando por mim.”

A família de Édson Davi mora em Gardênia Azul, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro. Eles trabalham em uma barraca que fica na localidade do Posto 4. O suspeito do desaparecimento, de acordo com funcionários da barraca, parecia ser um estrangeiro, segundo o portal Metrópoles.

Fonte: R7 – Brasil

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