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Qual a explicação científica para a Terra ficar girando no espaço?

A Terra e quase todos os outros planetas do Sistema Solar giram do sentido oeste para o leste

A Terra e quase todos os outros planetas do Sistema Solar giram do sentido oeste para o leste Pixabay

Desde sempre, há infinitos mistérios que pairam sobre o universo e intrigam os cientistas. Por outro lado, a ciência já obteve muitas das respostas para as perguntas mais curiosas já feitas pela humanidade. Uma delas certamente é: por que a Terra gira? Trata-se de um questionamento simples, mas com uma explicação um tanto complexa.

Segundo o professor Cássio Barbosa, astrofísico da FEI (Fundação Educacional Inaciana), para compreender essa questão, é preciso voltar cerca de 10 bilhões de anos no tempo, quando se formou no espaço, uma nuvem composta de gás, poeira e gelo. O material foi originado após a morte de estrelas antigas que, na hora da explosão, espalharam gás por todo o seu entorno.

Acontece que, em um determinado momento, houve alguma perturbação no espaço — não se sabe ao certo qual — e a nuvem começou a encolher e achatar. O que era uma nuvem esférica, então, ganhou um fomarto parecido com um disco.

“Esse movimento ocorreu devido a chamada força centrífuga, que basicamente empurra os corpos para fora. Na ponta dessa nuvem em forma de disco se originaram os planetas. Já no centro, se formou o Sol. Como a nuvem girava, devido aos movimentos da galáxia, todos os corpos oriundos dessa nuvem também seguiram o mesmo movimento. É por isso que a Terra, e todos os planetas giram no mesmo sentido — de oeste para leste”, explica.

Vale ressaltar que, no passado, Vênus sofreu uma colisão com um cometa gigante e, desde então, gira no sentido contrário. Netuno é outra exceção. O astro não chegou a sofrer uma colisão, mas um grande cometa passou próximo a ele e isso acabou entortando o seu eixo de rotação. Por esse motivo, o polo sul de netuno está apontado para o Sol é mais quente do que a região central do planeta.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Pablo Marques

 

Fonte: R7 – Tecnologia e Ciência

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