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Menino de 9 anos que fez dois transplantes de coração recebe alta

Samuel passou por dois transplantes de coração

Samuel passou por dois transplantes de coração Reprodução/Record TV

Nem mesmo a máscara conseguiu esconder o sorriso de Samuel, de 9 anos, ao receber alta nesta quarta-feira (29), no fim da manhã, no Incor (Instituto do Coração), em São Paulo, onde ficou internado por 20 dias por causa de uma febre alta.

Samuel e a mãe, a enfermeira Keila Albuquerque, conhecem bem os corredores e toda a equipe médica do Incor. Apesar da idade, o garoto já passou por dois transplantes de coração. O primeiro, quando tinha apenas um ano e meio, depois de desenvolver uma doença cardiovascular.

O transplante foi bem-sucedido durante 8 anos, até Samuel ter um infarto agudo e quase perder a vida. Foi a vez do segundo transplante. “Não é uma jornada fácil. Ele passou boa parte da infância fazendo exames, cheio de cuidados e fazendo consultas no hospital. Agora só pensa em andar de bicicleta com amigos”, comemora a mãe, ao deixar os corredores do hospital.

Por coincidência, a alta acontece em um dia importante, em várias campanhas pelo Brasil, o Dia Mundial do Coração, criado em 2000 para conscientizar as pessoas sobre a necessidade de cuidar de um dos órgãos vitais do nosso corpo.

De acordo com a organização internacional WHF (World Heart Federation), que criou oficialmente a data, as doenças cardiovasculares matam todos os anos no mundo 17,5 milhões de pessoas.

Samuel recebeu alta do Incor

Samuel recebeu alta do Incor Reprodução/Record TV

No Brasil, cerca de 14 milhões de pessoas possuem algum tipo de doença cardiovascular e pelo menos 400 mil morrem em decorrência de uma complicação, o que corresponde a 30% de todas as mortes no país. Esse quadro se agravou durante os meses de confinamento, quando muitos pacientes suspenderam o acompanhamento médico e deixaram de fazer check-ups preventivos.

Veja número de doenças do coração

Veja número de doenças do coração Reprodução/Record TV

A cardiopediatra Estela Azeka, do Incor, que acompanhou o tratamento de Samuel, adverte que, no caso de pessoas que não têm problema hereditário, um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, atividade física e combate ao estresse, pode ajudar bastante na prevenção.

Samuel e a mãe, a enfermeira Keila Albuquerque

Samuel e a mãe, a enfermeira Keila Albuquerque Reprodução/Record TV

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