Drenar-GDF-300x250-GIF
Programa oferece até R$ 21 mil de crédito para empreendedores negros
Governo lança programa para reduzir filas no sistema de saúde
UNE quer construir agenda com reivindicações ao governo federal
Anvisa fará webinar sobre novas regras de reprodução humana assistida
Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,74% para 5,78%

Trump pede à Justiça americana restauração de sua conta no Twitter

Donald Trump teve conta suspensa em janeiro após apoiadores invadirem o Congresso

Donald Trump teve conta suspensa em janeiro após apoiadores invadirem o Congresso Nicholas Kamm / AFP – Arquivo

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump pediu na última sexta-feira (1º) a um juiz federal da Flórida que mande o Twitter restaurar sua conta, que foi removida pela empresa em janeiro, sob a alegação de incitação a violência.

Trump argumentou que a empresa de rede social foi coagida por membros do Congresso dos EUA a suspender sua conta.

O Twitter e muitas outras plataformas de redes sociais baniram Trump após uma multidão de seus apoiadores atacar o Capitólio, numa invasão que causou mortes, em 6 de janeiro.

O ataque aconteceu após um discurso de Trump no qual ele reiterou alegações falsas de que sua derrota eleitoral em novembro havia sido causada por fraude generalizada, afirmação rejeitada por tribunais e autoridades eleitorais.

O Twitter “exerce um nível de poder e controle sobre o discurso político neste país que é imensurável, sem precedentes historicamente e profundamente perigoso ao debate democrático aberto”, afirmaram os advogados de Trump nos documentos enviados ao tribunal.

Em contato com a Reuters, o Twitter se recusou a comentar.

Quando a conta de Trump foi removida de maneira permanente, o Twitter afirmou que seus tuítes haviam violado a política da plataforma que proíbe a glorificação de violência. A empresa disse na época que os tuítes de Trump que levaram à remoção muito provavelmente encorajariam pessoas a replicar o que aconteceu nos ataques ao Capitólio.

Antes de ser bloqueado, Trump tinha mais de 88 milhões de seguidores no Twitter.

No pedido ao tribunal, Trump argumentou que o Twitter permitiu que o Talibã tuitasse regularmente sobre suas vitórias militares ao redor do Afeganistão, mas o censurou durante sua presidência ao rotular seus tuítes como “informações enganosas” ou indicando que eles violavam as regras da empresa contra a “glorificação de violência”.

Em julho, Trump processou Twitter, Facebook e o Google, alegando que eles silenciariam ilegalmente os seus pontos de vista conservadores.

 

Compartilhe este conteúdo!

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *