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Preço dos alimentos acelera e liga alerta para inflação de 2022

No ano passado, alimentos subiram 7,94%

No ano passado, alimentos subiram 7,94% Pixabay

A divulgação na quarta-feira (26) da prévia da inflação de janeiro, feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que a remarcação de preços dos alimentos é cada vez mais alta e coloca em alerta os economistas para a inflação de 2022. 

No ano passado, a inflação acumulada de 10,06% mostrou como principais vilões os combustíveis e a energia elétrica. O grupo Alimentação foi apenas o terceiro colocado, com 7,94% resultado menor que a do ano anterior (14,09%), quando contribuiu com o maior impacto entre os segmentos pesquisados.

O último levantamento do IPCA-15, que mediu os preços de 16 de dezembro a 15 de janeiro, mostrou que novamente Alimentação ficou acima do índice geral (0,97% contra 0,58%). Nos últimos dois meses do ano passado, o grupo ficou abaixo da inflação geral: 0,35% contra 0,78% em dezembro e 0,40% e 1,17% em novembro.

Em seis meses de 2021, Alimentação ficou abaixo do índice geral. Em janeiro do ano passado, superou o total (com 1,53% contra 0,78%), mas já iniciava uma desaceleração que se mostrou em vários meses seguintes. Em dezembro de 2020, o segmento teve elevação de 2,00% (diante de 1,06% do IPCA-15 do mês).

 

 

Fique longe da cebola

 

 

A aceleração atual dos preços nos alimentos e bebidas pode ser vista por vários cortes.

A alimentação no domicílio passou de 0,46% em dezembro para 1,03% em janeiro. Os maiores impactos vieram da cebola (17,09%), das frutas (7,10%), do café moído (6,50%) e das carnes (1,15%). A principal queda ocorreu no preço cobrado pela batata inglesa ((-9,20%), do arroz (-2,99%) e do leite longa vida (-1,70%).

A alimentação fora do domicílio encareceu 0,81%. Em dezembro, era de 0,08%. O lanche passou de queda de 3,47% para alta de 1,25% nessa mesma comparação.

 

 

 

 

Fonte: R7 – Brasil

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