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No Dia Internacional da Proteção de Dados, saiba como se proteger

O ano de 2021 registrou a maior quantidade de invasões de hackers da história

O ano de 2021 registrou a maior quantidade de invasões de hackers da história Pixabay

Nesta sexta-feira (28), é comemorado o Dia Internacional da Proteção de Dados, data que traz conscientização sobre a privacidade nos meios digitais. Em meio a tantos ataques de hackers, é possível proteger suas informações corrigindo ações do dia a dia e usando ferramentas especializadas em proteção digital.

De acordo com a Akamai, empresa de cibersegurança, o ano de 2021 registrou a maior quantidade de invasões de hackers da história. Os 3,7 bilhões de ataques que aconteceram no período representam um aumento de 1.452% em relação a 2019, que somou 238 milhões de roubos a partir de invasões.

Fábio Serra, diretor de Operações da DP6, consultoria de performance em marketing/analytics, afirma que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que está em vigor desde 2020 no Brasil, impulsionou as “boas práticas” na coleta e no tratamento de dados pelas empresas.

O Google, por exemplo, deixará de oferecer suporte aos cookies de terceiros a partir de 2023. Ou seja, as plataformas precisarão inovar as ferramentas de obtenção de dados dos usuários. 

Para Fábio Serra, “existe uma cobrança do próprio mercado em direção à adequação às novas práticas, e quem não as seguir acaba ficando de fora do jogo”.

“Ao mesmo tempo em que as empresas estão se adequando e descobrindo novas formas de se relacionar com os clientes, as legislações também estão evoluindo, como estamos vendo com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados na União Europeia”, completa.

Orientações ao consumidor

Para se proteger, o consumidor precisa ficar atento em relação aos dados que estão sendo compartilhados. Sites como o Registrato, do Banco Central, e o Google Alerts, que possibilita alertas, podem ajudar nessa tarefa. 

Além dessas ferramentas, as pessoas podem criar senhas fortes com o uso de letras, números, caracteres especiais e variações de letras maiúsculas e minúsculas, que dificultam a ação de um criminoso e protegem os dados.

A verificação em duas etapas também pode ajudar, por representar um forte impeditivo para uma invasão de hacker. Entretanto, a empresa Akamai ressalta que, como os invasores já encontraram maneiras para burlar essa proteção, é necessário não limitar a segurança digital apenas a essa estratégia.

O cartão virtual também representa uma segurança extra durante as compras online, porque impede a clonagem dos dados e que seja possível fazer compras sem a autorização do cliente. Os aplicativos dos bancos oferecem essa função, e não é difícil acionar o recurso.

Entre tantas armadilhas, também é preciso ficar atento aos golpes que ocorrem a partir da obtenção de dados. Criminosos se passam por empresas para coletar informações ou enviam emails falsos com o mesmo objetivo. Perguntar por que a empresa precisa da informação requisitada é uma maneira de se proteger.

Helder Ferrão, gerente de marketing de indústrias da Akamai para a América Latina, esclarece ainda que acessar contas pessoais do computador da empresa pode abrir portas para invasões. Ele afirma que a prática pode aumentar drasticamente o risco de phishing e tornar o computador corporativo um vetor que infecta muitos outros usuários.

Além disso, atualizar o software traz vantagens, porque as novas versões aplicam melhorias e correções na segurança digital. Assim, a pessoa estará protegida dos erros das atualizações antigas, conhecidos pelos invasores. 

A DP6 adverte que, se os dados forem utilizados indevidamente, o consumidor pode reunir as evidências e resolver o problema com a empresa. “Caso isso não seja resolvido, é importante registrar um boletim de ocorrência e entrar em contato com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados”, diz Fábio Serra.

 

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Fonte: R7 – Tecnologia e Ciência

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