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Institutos Federais têm até hoje para aderir a proposta do MEC

Ministro da Educação, Milton Ribeiro, participou de reunião com institutos federais

Ministro da Educação, Milton Ribeiro, participou de reunião com institutos federais Marcelo Camargo/Agência Brasil – 16.03.2021

Institutos Federais têm até esta terça-feira (21) para demonstrar interesse e aderir à proposta do MEC (Ministério da Educação) em dividir os IFs em novas unidades.

Deputados da Comex/MEC (Comissão Externa de Acompanhamento do MEC) enviaram na última sexta-feira (17) um ofício ao MEC pedindo um aumento de prazo até novembro, mas até o momento não houve resposta.

Segundo o Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica) os reitores dos institutos estão realizando consultas públicas com a comunidade para saber se enviam ou não uma proposta de reordenamento das instituições.

A proposta do MEC foi feita em uma reunião com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, e reitores de institutos de ensino federais no dia 30 de agosto. O objetivo é “criar” 10 novos institutos federais, a partir da divisão dos que já existem, sem aumentar o número de vagas ou de cursos oferecidos. Segundo o MEC, a intenção é melhorar a gestão das unidades cujos polos ficam distantes do prédio da reitoria.

Existe a a possibilidade de criação de dez novos Institutos, resultantes da reorganização de algumas Instituições: Instituto Federal da Bahia (IFBA); Instituto Federal Baiano (IF Baiano); Instituto Federal da Paraíba (IFPB); Instituto Federal do Piauí (IFPI); Instituto Federal de São Paulo (IFSP); Instituto Federal do Paraná (IFPR); Instituto Federal do Ceará (IFCE); Instituto Federal do Pará (IFPA); Instituto Federal de Pernambuco (IFPE); Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE); Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Também foi convidado, posteriormente, o Instituto Federal de Rondônia (IFRO) por ter demonstrado interesse em participar desse processo proposto pelo MEC.

O Conif admite que em alguns casos o reordenamento dos institutos poderiam ser interessantes como o caso de São Paulo, que possui uma reitoria para administrar 40 campi. No entanto, por meio de nota, o Conselho “reconhece que, para algumas instituições, a criação de novas reitorias pode melhorar a gestão, redimensionar e aproveitar os traços geográficos, econômicos, sociais e culturais, dinamizar o fluxo de mobilidade nos territórios povoados pelos Institutos e abreviar longas distâncias entre os campi e suas Reitorias. Alguns pontos centrais, no entanto, antecedem este tema e merecem atenção do MEC.”

Entre os pontos destacados encontra-se a questão orçamentária, que desde 2015 sofre reduções. Para o Conif, é importante consolidar os institutos que já existem para depois expandir de uma maneira mais planejada.

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