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Farmacêutica nacional acerta vinda de vacina da CanSino para o Brasil

Vacina é utilizada em países como Hungria, Equador, Malásia e Indonésia, e mostra-se efetiva e segura

Vacina é utilizada em países como Hungria, Equador, Malásia e Indonésia, e mostra-se efetiva e segura Edgard Garrido/Reuters – 18.5.2021

A farmacêutica brasileira Biomm, especializada na produção de medicamentos contra doenças como diabetes e câncer, anunciou nesta sexta-feira (1º) que firmou um acordo com a empresa chinesa CanSino Biologic INC e vai importar para o Brasil a vacina Convidecia, contra a Covid-19.

O laboratório acertou a importação do imunizante contra o Sars-CoV-2 e a possibilidade de produzir essa e outras vacinas desenvolvidas pela empresa chinesa. A vacina da CanSino já é usada em países como Hungria, México, Argentina, Equador, Malásia e Indonésia.

A Biomm pretende em breve pedir à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a autorização de uso emergencial do imunizante. A CanSino, até junho deste ano, era representada no Brasil pela Belcher Farmacêutica, que chegou a solicitar análise da vacina à agência em maio. O pedido foi encerrado em junho, após a empresa chinesa ter rescindido o contrato de forma unilateral com a representante brasileira.

O Ministério da Saúde até assinou um contrato com a Belcher de intenção de compra de 60 milhões da Convidecia. 

A vacina é aplicada em dose única, e testes clínicos, divulgados em fevereiro deste ano, mostraram que a eficácia é de 65,7% contra todos os casos sintomáticos da Covid-19, 28 dias após a aplicação do imunizante. Nos casos graves, a eficácia é de 90,98%, quatro semanas depois da aplicação.

Confira em tempo real o mapa da vacinação no Brasil 

Assim como a AstraZeneca e a Janssen, o imunizante é produzido a partir de um adenovírus não replicante (causador de resfriado), que transporta pedaços do material genético do Sars-CoV-2 e induz o organismo a produzir uma resposta imune ao vírus.

 

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