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Vasco sai na frente, mas queda de rendimento e falta de entrosamento pesam no empate com o Boavista

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Iniciar a temporada com um time praticamente novo demanda tempo para realizar encaixes e melhorias técnicas e táticas. Zé Ricardo sabe que o entrosamento do Vasco virá com o tempo e que a questão física pesa neste início de Carioca. No empate com o Boavista, o time apresentou tempos distintos em seu primeiro jogo em São Januário no ano. A queda de redimento após abrir o placar também contou para que pontos ficassem pelo caminho.

Para dar ritmo de jogo, o treinador decidiu repetir a escalação da estreia. Porém, o time teve dificuldade na criação e foi facilmente envolvido pela marcação do Boavista no primeiro tempo. O jogo vertical do triunfo sobre o Volta Redonda deu lugar a pouca movimentação e criatividade paŕa realizar triangulações e jogadas em profundidade.

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Responsáveis diretos pela criação, Nene e Bruno Nazário carregaram demais a bola e não deram sequência às jogadas. O camisa 10 só assustou na bola parada, e as melhores chances do Vasco na primeira etapa saíram dos pés de Raniel. Com muito empenho, o atacante fez o pivô e procurou dar opção de passe para quem vinha de trás como o lateral Weverton.

Faltou uma maior aproximação entre as linhas e mais movimentação também dos pontas. Pec foi pouco participativo nos primeiros quarenta e cinco minutos. No sistema defensivo, Yuri Lara mostrou seu poder de marcação e Anderson Conceição foi soberano na zaga. O Verdão de Saquarema levou perigo com Matheus Alessandro e Miguel, mas Thiago Rodrigues foi seguro.

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Na volta do intervalo, o Vasco enfileirou chances de abrir o placar e mostrou outra postura. Com mais volume e intensidade, a equipe foi mais ágil nas transições, e Gabriel Pec quase marcou. Em seguida, o travessão salvou o Boavista. O gol era questão de tempo e surgiu de uma assistência de Nene. O camisa 10 pode não renderem alguns jogos, mas pode decidir em uma bola.

A jogada começou com o desarme de Yuri, que achou o meia em condições de carregar e dar um passe açucarado para Raniel abrir o placar. A partir do gol, Zé Ricardo decidiu promover as estreias de Getúlio e Matheus Barbosa, além da entrada de Galarza. A questao física de um time que teve pouco tempo para treinar e a falta de entrosamento foram evidentes.

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O Boavista se aproveitou dessa queda de rendimento e foi em busca do empate. Em uma falha de Galarza, que não evitou o cruzamento, Waguinho estufou a meta vascaína. Na reta final da partida, os donos da casa ainda tentaram e tiveram chances de matar o jogo. Getúlio e Figueiredo não foram eficientes e despediçaram as chances de colocar um sorriso no rosto do torcedor.

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Ainda é cedo para fazer análises profundas, porém é nítido que o elenco tem carências e precisa de reforços. Esse início de Estadual, contudo, mostra um time mais vibrante e empenhado em campo. O trabalho é longo até a Série B, e o treinador busca a evolução de um grupo recheado de novidades. Com margem para crescimento, o Vasco mostra uma defesa mais forte e que com entrosamento pode ficar mais consistente para a Série B.

Fonte: R7 – Esportes

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