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Suspeito de agredir adolescente no DF é identificado pela polícia 

Agressão

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Reprodução

O homem suspeito de espancar um adolescente de 14 anos no Distrito Federal já foi identificado, mas ainda não se apresentou para prestar depoimento na 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante).

As autoridades apuram a conduta dele no âmbito da queixa de agressão, e, por ora, o caso é investigado como lesão corporal, injúria e ameaça contra o jovem. O rapaz relatou que há dias o vizinho o ameaça, porque ele ficava irritado com os seus assovios para a mãe abrir o portão de casa.  

A advogada Thainara Coelho explica que as acusações podem ter consequências mais graves, já que a vítima é um adolescente.  O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) protege essa parcela da população, considerada juridicamente “absolutamente incapaz”.

“A pena pode ser agravada em até 2 terços do que está previsto na lei.” A especialista afirma que, nesses casos em que a vítima é menor de 18 anos, o Ministério Público é obrigado a atuar no caso para oferecer a denúncia à Justiça. Por ora, o homem é apenas investigado.

A estimativa da advogada é que, se for acusado e depois condenado por todos os crimes, o agressor pode ser sentenciado a uma pena de 4 anos. “Acredito que não vai ficar no regime fechado, a priori.” Isso porque, na decisão, o juiz considera outros fatores para definir o regime, como antecedentes criminais, endereço fixo e carteira assinada, por exemplo.

O próprio governador Ibaneis Rocha está descrente da atuação da Justiça. “A Polícia do Distrito Federal tem se mostrado efetiva em todos os casos. As punições ainda são difíceis, o poder Judiciário tem sido muito benevolente com essas pessoas e a gente tem que esperar um pouquinho mais de todos os lados”, diz.

Enquanto isso, a família afirma que tem medo de mais violência. Em entrevista à Record TV nessa segunda (25), a mãe do rapaz afirmou que tem medo de novas agressões. “Quero que ele pague pelo o que ele fez na Justiça”, disse ela.

Agressão

O jovem foi agredido enquanto jogava bola com amigos em uma quadra de esportes na área rural de Divinéia. O espaço fica próximo de onde ele mora. Pelo relato do garoto, o homem pulou a grade e o agrediu com um soco. Ele caiu no chão e o homem passou a chutá-lo.

 Oito amigos acompanhavam a vítima e filmaram toda a ação do homem. Além das imagens, outro elemento usado na investigação é o exame de corpo de delito. Ele ainda possuiu as marcas da agressão na cabeça.

O menino explicou que costumava assoviar para chamar a atenção da mãe. Como não tem a cópia da chave de casa, esse era o código para que ela abrisse o portão. No entanto, o barulho irritou o vizinho.

Fonte: R7 – Brasília

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