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Sem Abel Braga, Fluminense conta com Marcão para retomar confiança do elenco e fazer transição de técnico

Lance

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Após o pedido de demissão do técnico Abel Braga, o Fluminense se movimenta para assinar com um novo comandante. Enquanto o novo comandante não chega, o elenco será comandado por Marcão, que fará sua sétima passagem como técnico. Desde 2016 trabalhando como auxiliar permanente no clube, o ex-volante assumiu de forma temporária e será o comandante do time no jogo contra o Coritiba, no Estádio Couto Pereira.

Marcão assumiu o Fluminense como interino em três ocasiões, e foi efetivado em outras três vezes. Há quatro temporadas o auxiliar técnico assume o elenco em situações decisivas. Em 2019, foi colocado como interino após a saída de Fernando Diniz, que agora é cotado novamente para o cargo. Depois, saiu para dar lugar a Oswaldo de Oliveira, que fez breve passagem. Com a saída do treinador, ele assumiu novamente e permaneceu até o fim da temporada, em que salvou o clube do rebaixamento quase certo e ainda conquistou a classificação para a Sul-Americana.

Em 2020, o técnico voltou ao comando do elenco na reta final do Brasileirão, quando Odair Hellmann deixou o Flu para assinar com o Al-Wasl, dos Emirados Árabes Unidos. Naquela época, Marcão tinha a missão de classificar o clube para a Libertadores após oito anos sem participar da competição e conseguiu. No ano seguinte, substituiu Roger Machado em uma situação mais instável, com o time lutando para se afastar do rebaixamento. Contudo, o treinador conseguiu retomar o caminho das vitórias e novamente conseguiu a vaga na Libertadores desta temporada.

Pelos resultados obtidos, a diretoria tricolor chegou a convidar Marcão para assumir o time de forma definitiva. O técnico, contudo, optou por retornar ao cargo de auxiliar. Ele entende que está pronto para assumir grandes clubes do futebol brasileiro, mas ainda não vê o momento como ideal e, por isso, prefere seguir como membro da comissão técnica.

Ainda não se sabe quanto tempo Marcão ficará à frente do Fluminense. Contudo, a história recente mostra que o técnico conseguiu corresponder às expectativas, ainda que criticado por parte da torcida em alguns momentos. Assim como nos outros trabalhos, ele terá o desafio de manter o ritmo do grupo e lidar com problemas imediatos no elenco, como o desgaste físico, o baixo poder ofensivo e as transições lentas. Apesar de não ter muitos dias para isso, o trabalho já começou.

Fonte: R7 – Esportes

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