Empresas lançam Movimento de Infraestrutura para impulsionar investimentos no país
Economia Vendas do comércio crescem 0,4% de setembro para outubro, diz IBGE
Sonho de Copa: filha usa camisa autografada do Brasil pentacampeão em 2002 para ajudar a mãe se reerguer
POPHAUS: O MAIOR PARQUE DE INFLÁVEIS DA AMÉRICA LATINA CHEGA A BRASÍLIA
Safra de grãos 2022/23 é estimada em 312,2 milhões de toneladas

Polícia Civil indicia suspeito de tomar três vacinas da covid em MG

Suspeito teria recebido doses da Coronavac e Pfizer

Suspeito teria recebido doses da Coronavac e Pfizer Divulgação / Fábio Marchetto / SES-MG

A Polícia Civil indiciou, nesta quarta-feira (22), um homem suspeito de receber três doses da vacina contra a covid-19 em cidades diferentes da região da Zona da Mata, em Minas Gerais.

Segundo a delegada Ione Barbosa, a investigação teve início em junho, após a Secretaria de Saúde de Chácara, a 288 km de Belo Horizonte, relatar ao Ministério Público que teria detectado a ‘revacinação’ de um homem de 35 anos. O suspeito teria recebido duas doses da Coronavac em Juiz de Fora e um outro imunizante da Pfizer em Chácara. As duas cidades ficam a menos de 30 km de distância.

Após a conclusão das investigações, a Polícia Civil decidiu pelo indiciamento do suspeito por estelionato, com pena de 1 a 5 anos de prisão mais acréscimo de um terço da pena, já que o crime foi praticado contra o Poder Público, além de multa. A delegada Ione Barbosa ressalta que, por enquanto, apenas idosos com 70 anos ou mais podem receber a terceira dose.

— Esse tipo de conduta há obtenção de vantagem ilícita, pois a vacina é rara, cara e de propriedade do Poder Público, que adquiriu com a finalidade de imunizar a população, seguindo o Programa Nacional de Imunização.

Revacinação

Em julho, o MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) anunciou que iria investigar a prática de “revacinação”, que poderia configurar crime de estelionato, ou seja, uso de artifício fraudulento para fraudar o sistema de vacinação. Já foram registrados vários casos de aplicação ilegal da terceira dose do imunizante no Estado. Entre eles estão um casal de empresários, donos de uma joalheria tradicional de Belo Horizonte. O MPMG pediu à Justiça para que a dupla seja condenada a pagar uma multa de R$ 2 milhões.

*​Estagiário do R7 sob a supervisão de Flávia Martins y Miguel.

Compartilhe este conteúdo!

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *