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Fundação da obra do Viaduto do Riacho Fundo terá 295 estacas de concreto

Imagem: Divulgação

Apesar de não serem tão visíveis para quem trafega por ali, as obras
do viaduto do Riacho Fundo estão em pleno andamento. Na semana
passada, o secretário de Governo, José Humberto Pires, visitou a obra
acompanhado do diretor-geral do Departamento de Estradas de
Rodagem (DER-DF), Fauzi Nacfur, e da administradora da cidade,
Ana Lúcia Melo. O DER é o responsável pela construção que vai
beneficiar cerca de 90 mil moradores.

“Esta é uma obra diferente de outras que temos por aí; serão
passagens em trincheiras que passam sob o solo e que não chamam
tanto a atenção dos motoristas. Mas está em ótimo ritmo e queremos
entregá-la nos quatro primeiros meses do ano que vem”, pontuou José
Humberto.

“A Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB) é uma das principais
entradas e saídas do DF e precisamos que essa pista seja cada vez
mais fluida, o que vamos conseguir com o viaduto”, disse. Sessenta

operários trabalham nas obras, que já atingiram a marca de 40% de
execução.

No momento, está na fase de fundação. Uma enorme máquina
chamada perfuratriz, com cerca de 30 m de altura, pode ser vista no
meio da EPNB executando a retirada de terra e a colocação de
estacas de concreto, que alcançam cerca de 16 metros de
profundidade.

“Serão 295 estacas a serem enterradas, para depois implantarmos as
vigas e iniciarmos a escavação do túnel. É algo trabalhoso”, afirmou
Fauzi. “Como estamos no momento da fundação, muita gente passa e
não avista as mudanças. Mas, aos poucos, ela vai ganhando corpo”,
acrescentou.

Mais segurança
Localizada no acesso ao Riacho Fundo e à Área de Desenvolvimento
Econômico (ADE) de Águas Claras, a obra de arte vai beneficiar não
somente as duas áreas, mas também motoristas vindos do Recanto
das Emas, Taguatinga, Vicente Pires, Arniqueira e Park Way. Além de
ser a saída mais usada rumo a Goiânia. Segundo a administradora, o
viaduto trará mais segurança também aos motoristas e pedestres.

“É um pedido antigo dos nossos moradores, diante dos grandes
engarrafamentos e também por conta de acidentes. Os retornos feitos

no balão eram muito perigosos e isso vai mudar” , ressaltou Ana
Lúcia, lembrando que em 2022 foram três vítimas fatais envolvidas em
acidentes no local. “Temos certeza que a obra trará outra qualidade de
vida à nossa população.”

 

*Fonte: Agência Brasília

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