Drenar-GDF-300x250-GIF
Construção civil de alto padrão acredita no crescimento do mercado em 2023
DA DESISTÊNCIA DA AÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA A QUALQUER TEMPO, RECENTE DECISÃO DO STJ
GDF cria grupo de trabalho para modernizar sistemas de gestão de saúde
Fachin prorroga prazo para plano de proteção de indígenas isolados
Estudo encontra dez novas espécies de leguminosas

Dinheiro falso com rosto de Guedes é usado em protestos

Notas de dinheiro falso com rosto de Paulo Guedes foram jogadas na porta do Ministério da Economia

Notas de dinheiro falso com rosto de Paulo Guedes foram jogadas na porta do Ministério da Economia Apolion Cumaru/Record TV

Em meio a crise envolvendo offsshore e o nome do ministro Paulo Guedes, o chão em frente ao Ministério da Economia foi coberto de papéis que simulam notas de dólares, na manhã desta quinta-feira (7), em Brasília. As notas falsas que estampavam o rosto do ministro Paulo Guedes ensaguentado foram jogados por manifestantes.

A Central Única dos trabalhadores e a União Nacional dos Estudantes fizeram o ato na frente do Ministério da Economia. Manifestantes protestaram contra a inflação dos alimentos e lembraram do escândalo divulgado que comprovou a empresa offshore milionária em nome de Guedes nas Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe.

Material foi espalhado em frente ao Ministério da Economia

Material foi espalhado em frente ao Ministério da Economia Apolion Cumaru/Record TV

Guedes tem investimentos de US$ 9,5 milhões na offshore. A desvalorização do real durante o comando de Guedes no Ministério da Economia fez com que seu patrimônio, que equivalia a R$ 35 milhões em agosto de 2015, hoje seja estimado em mais de R$ 51 milhões. Ele teria lucrado R$ 14 mil por dia desde que passou a ocupar o cargo de ministro.

A empresa no exterior foi revelada na Pandora Papers, uma investigação sobre offshores abertas em paraísos fiscais. A apuração teve a participação de 615 jornalistas de 149 veículos em 117 países. Entre as empresas envolvidas na apuração estão o jornal The Washington Post, a rede britânica BBC, a Radio France, o jornal alemão Die Zeit e a TV japonesa NHK.

Em nota, o Ministério da Economia disse que não vai comentar o caso.

Fonte: R7 – Brasília

Compartilhe este conteúdo!

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *