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Derrotado no clássico, Corinthians repete atuação com baixa intensidade e poucas finalizações certas

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A expectativa do torcedor do Corinthians era de uma vitória no Majestoso, mas o que ocorreu na última segunda-feira, no Morumbi, foi exatamente o oposto e com uma atuação bem abaixo das possibilidades da equipe. Pior: essas apresentações têm se tornado recorrentes, principalmente em termos de intensidade e de falta de finalizações, o que pode ser visto nas estatísticas.

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Como Sylvinho e Fábio Santos comentaram depois da partida, os primeiros minutos do clássico foram determinantes para a derrota corintiana, uma vez que o time entrou em um ritmo bem inferior ao do Tricolor, que teve um gol anulado e abriu o placar nesse período. Enquanto isso, o Alvinegro não conseguia reagir e parecia não ter força para sair do controle do adversário.

Mas isso não se resumiu ao início do jogo que, realmente, expôs uma diferença de intensidade bastante significativa entre os rivais. Segundo estatísticas do Footstats, há um quesito que explica bem esse abismo entre a “pegada” de uma equipe e de outra: o São Paulo desarmou cinco vezes mais do que o Corinthians. Foram 20 desarmes certos para o Tricolor e quatro para o Timão.

Apesar de o Alvinegro ter tido mais posse de bola (52,03%) e maior número de passes (441 x 357) durante o clássico, essa vantagem não justifica tamanha diferença no número de desarmes. Nem mesmo uma marcação adiantada foi efetiva. A verdade é que o time de Sylvinho não conseguiu imprimir uma marcação que pudesse competir com o adversário em intensidade.

Se no aspecto defensivo e de “destruição” as coisas não funcionaram bem, no setor ofensivo a situação não foi diferente e tem sido assim desde a partida contra o Sport. Até mesmo o duelo com o Fluminense, em que saiu com a vitória, o Corinthians teve problemas de intensidade e de construção de chances de gol. Somando os três jogos, foram apenas cinco finalizações certas.

Contra o São Paulo, o Timão finalizou oito vezes, sendo apenas duas delas no alvo e que aconteceram depois dos 33 minutos do segundo tempo. Diante do Fluminense, por exemplo, a equipe acertou apenas uma: a que balançou a rede e garantiu a vitória. Já contra o Sport, o desempenho foi um pouco melhor, acertando três chutes durante a partida, mas sem anotar tentos no jogo.

Coincidência ou não, o Corinthians vem de uma sequência de jogos “quarta e domingo”. Foram cinco partidas em 17 dias, média pouco superior a um duelo a cada três dias. Com isso, os titulares podem estar sentindo o ritmo do campeonato e enfrentam dificuldades quando precisam colocar intensidade contra adversários que se impõem fisicamente e exploram essa limitação.

No domingo, o Timão enfrenta o Internacional, que tem apenas um ponto a menos e está logo atrás na tabela, na sétima posição. Além disso, está com um jogo a menos, que cumprirá nesta quarta-feira. Quando jogarem em Porto Alegre, os corintianos encararão uma decisão e precisarão impor um jogo bem diferente do que se tem visto ultimamente. Caso contrário, a missão Libertadores, que parecia encaminhada, passará a ficar bem mais complicada.

Fonte: R7 – Esportes

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