Drenar-GDF-300x250-GIF
Programa oferece até R$ 21 mil de crédito para empreendedores negros
Governo lança programa para reduzir filas no sistema de saúde
UNE quer construir agenda com reivindicações ao governo federal
Anvisa fará webinar sobre novas regras de reprodução humana assistida
Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,74% para 5,78%

Ciro é vaiado durante discurso; Haddad e Boulos defendem ‘unidade’

Em uma sequência de discursos do alto de um trio elétrico na Avenida Paulista, em São Paulo, lideranças políticas da esquerda como os ex-ministros Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT), além do coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto Guilherme Boulos (PSOL), ressaltaram a diversidade da oposição e defenderam sua unidade em prol do impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Ciro Gomes foi ao mesmo tempo vaiado e aplaudido durante a sua fala. O discurso incendiou a militância petista: muitas pessoas entoaram o nome do ex-presidente Lula (PT) e fizeram a letra L com as mãos. Outras atiraram objetos em direção ao presidenciável do PDT.

Em seu discurso, Ciro pediu o impeachment de Bolsonaro e defendeu a derrubada da “serpente bolsonarista” no País. O político também disse ser contra o “fascismo” e que a hora de Bolsonaro “está chegando”. “O povo brasileiro é muito maior que o fascismo de vermelho ou de verde e amarelo”, afirmou.

Ex-candidato à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos abriu o último bloco do ato na Avenida Paulista destacando a diversidade de pessoas e partidos presentes no ato. Segundo ele, a diversidade política presente hoje nas ruas inclui “gente, inclusive, com quem a gente tem muita diferença”, afirmou. Na sequência, disse que as diferenças são menores do que a união para “tirar Bolsonaro”.

Fernando Haddad, por sua vez, defendeu que o governo do presidente Bolsonaro chegue ao fim antes das eleições de 2022. “Não podemos perder de vista o que nós estamos fazendo aqui”, disse. “Estamos aqui porque o povo quer comer e Bolsonaro não deixa, o povo quer estudar e Bolsonaro não deixa, quer trabalhar e o governo Bolsonaro não deixa”, disse.

“Temos que buscar o sentimento comum e o sentimento comum é ‘fora, Bolsonaro'”, afirmou o deputado carioca Marcelo Freixo (PSB), que também discursou no ato. “As ruas estão pedindo a nossa unidade”, defendeu em outro momento.

Compartilhe este conteúdo!

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *