Drenar-GDF-300x250-GIF
Construção civil de alto padrão acredita no crescimento do mercado em 2023
DA DESISTÊNCIA DA AÇÃO DE MANDADO DE SEGURANÇA A QUALQUER TEMPO, RECENTE DECISÃO DO STJ
GDF cria grupo de trabalho para modernizar sistemas de gestão de saúde
Fachin prorroga prazo para plano de proteção de indígenas isolados
Estudo encontra dez novas espécies de leguminosas

Brasil burocrático, previsível sem Neymar. 3 a 1 na pobre Venezuela. Jogo sonolento

Marquinhos fez o gol de empate. O Brasil venceu os fracos venezuelanos. Mas o futebol foi burocrático

Marquinhos fez o gol de empate. O Brasil venceu os fracos venezuelanos. Mas o futebol foi burocrático CBF

São Paulo, Brasil

Está claro porque Tite se submeta aos abusos de Neymar.

Sem seu jogador mais talentoso, a Seleção Brasileira foi burocrática, previsível, sem improviso. Time fácil de ser marcado. Até mesmo pelos fracos venezuelanos. 

Pelo menos enquanto tiveram fôlego e concentração.

Em Caracas, o que se viu hoje foi uma partida inacreditavelmente equilibrada. Afinal, era o primeiro colocado disparado nas Eliminatórias contra a lanterna. Se esperava uma goleada do time de Tite.

Mas o Brasil sofreu para empatar o jogo.

Saiu atrás, depois que, aos dez minutos, Soteldo cruzou e Eric Ramírez se aproveitou de um bizarro escorregão de Fabinho, que atrapalhou Marquinhos. O 1 a 0 para a Venezuela durou até os 25 minutos do segundo tempo.

O zagueiro Marquinhos subiu sozinho em cobrança de escanteio de Raphinha. 1 a 1.

A Venezuela se abateu após o empate. O Brasil se aproveitou desse momento de frustração e, em um contragolpe, em alta velocidade, Vinicius Júnior chutou, Graterol conseguiu a defesa, mas a bola sobrou para Gabigol. Ele foi derrubado. Pênalti claro.

Foi o quarto pênalti marcado a favor do Brasil nas Eliminatórias.

Gabigol cobrou bem e marcou 2 a 1, aos 39 minutos do segundo tempo.

Ainda sobraria tempo para Anthony marcar 3 a 1, aos 49 minutos do segundo tempo.

Foi a nona vitória em nove partidas da Seleção Brasileira.

Mas sem entusiasmo algum. 

Muito pelo contrário. Partida que deixou claro o quanto Tite e a Seleção Brasileira são dependentes de Neymar.

O jogo foi mais do que burocrático, foi sonolento.

Valeu pela atuação de Raphinha, o melhor em campo.

O jogador conseguiu mudar o ritmo da Seleção, entrando no lugar de Everton Ribeiro.

Fonte: R7 – Esportes

Compartilhe este conteúdo!

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *